sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

New year, old me

O ano começou com tanta tristeza que até me preocupa de ser assim até dezembro.

Tristeza sem motivo? Não, tem motivo sim. Só não vale a pena escrever aqui pra ninguém ler.

Só posso dizer que me sinto mais sozinha que nunca...

... e dessa vez acho que estou coberta de razão.


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Ele era

Lá vinha ele.

Sabe aqueles meninos que quando chegam enchem o lugar? O cara mais simpático, mais carismático, amigo de todo mundo. Bonitão, inteligente. Do alto dos seus 15 anos já dava pra ver que ia ter sucesso na vida.

O que ninguém via era quem ele era quando deixava de ser aquilo que todos achavam que ele sempre foi.

Por dentro carregava mil angústias. Sonhos desfeitos, mágoas, preocupações. Do alto dos seus 18 anos sentia o peso da responsabilidade de ter sucesso na vida. Sentia que não podia falhar, não podia decepcionar. Era focado, quase desesperado. Não largava os livros, não podia perder tempo.

Enfim, a faculdade terminou, a vida de adulto começou. Do alto dos seus 20 e poucos anos achava que finalmente o futuro tinha começado. Continuava sendo um cara bem humorado, bem sucedido, era o orgulho da família.

O que ninguém via era quem ele era quando deitava pra dormir e podia ser só com ele mesmo.

Do alto dos seus quase 30 anos era triste e perdido. Se via na carreira errada, com os dias arrastados e desmotivados.

Uma vida toda de dedicação não havia servido pra nada. Uma vida toda criando amigos que não sabiam quem ele era.

Do alto dos seus 30 anos ainda carregava as mesmas angústias, os mesmos sonhos inacabados.

Mas o que todo mundo via era o mesmo cara bem humorado, simpático, amigo de todo mundo.

O que todo mundo via não era quem ele realmente era...

domingo, 21 de junho de 2015

Sobre a arte de não se importar

Quando foi mesmo que acabou a adolescência? Cronologicamente falando, ela acaba com quantos anos... 18? 21?

Destaque aqui para o "cronologicamente falando". Porque acho que eu nunca deixei de ser adolescente...

Outro dia me peguei pensando nisso. Por mais que eu ache que eu tenha amadurecido em muitos aspectos, algumas características da minha personalidade foram moldadas lá pelos 16, 17 anos e nunca deixaram de estar presentes.

Foi mais ou menos nessa época que eu aprendi a não baixar a guarda numa tentativa de me machucar menos. Lembro que minha ideia de "baixar a guarda" foi me tornar uma pessoa grosseira, de respostas rápidas e comentários ácidos.

Essas características me definiram por muitos anos, se não talvez até hoje. Mas, se por um lado hoje eu me sinto uma pessoa mais paciente e menos estourada, por outro eu ainda me vejo sentindo as mesmas angústias de 10 anos atrás.

Porque a verdade é que não importa o quanto você tenha mudado... muita gente sempre vai te enxergar pelos seus defeitos e deixar de lado os detalhes nos quais você tem se dedicado a melhorar. E é essa verdade que te molda e te faz ser sempre o quê você sempre foi.

Ultimamente eu tenho trabalhado muito em mim o conceito da "expectativa", quase como a Crônica do Imediato da Martha Medeiros. Depois de muita observação eu me dei conta que muita coisa que me chateia vem do fato de que eu sempre espero demais das pessoas. Isso é algo que eu tô treinando, tô me forçando a me tornar alguém que eu não sou na tentativa de quebrar menos a cara.

Se eu comecei a melhorar nisso? Acho que sim.
Se tá dando certo? Claro que não.

Às vezes fica muito claro que eu não deveria mudar em mim algo que eu não julgo ruim: "Eu mantenho minhas expectativas altas sim, e daí? Porque diabos eu tenho que pagar um preço alto por isso?"

Mas aí o bom senso vem à tona: "Você não pode esperar que os outros façam por você aquilo que você faria por eles".

É uma visão deturpada e feia da vida. Mas o mundo é triste assim.

E depois de todo esse processo de briga com o meu eu, eu me vejo voltando ao treinamento da "não-expectativa".

É uma tarefa diária e difícil de cumprir. Mas parece que cada decepção facilita o processo... cada decepção faz cair a ideia fantasiosa que existia das pessoas e ver mais claramente quem elas realmente são.

Mas ainda assim, ainda que você treine e se esforce pra não manter as expectativas altas... cada decepção é uma dorzinha lá no fundo do peito. Sabe aquela angústia dos parágrafos lá de cima? Parece que nunca passa...

E de repente, não mais que de repente, "só não ter expectativas" não basta mais. É preciso evoluir pro próximo passo ainda mais feio: a arte de não se importar.

A famosa "arte de não se importar" em teoria é muito simples: você não se importa com nada nem ninguém e não espera absolutamente nada de ninguém. Física pura e simples, Lei de Newton. Você faz de um jeito e recebe de volta do mesmo jeito.

Mas porque pra mim é tão difícil colocar isso em prática? Deve ser culpa da física que eu aprendi, que me mostrou que pra toda ação existe uma reação. E eu tenho medo (sim, MEDO) de ser uma pessoa ruim e receber coisas ruins da vida.

Só que aí eu me pergunto... eu vejo pessoas sendo ruins e elas não recebem nada ruim em troca. O Newton tava certo? O Universo conspira mesmo ao nosso favor?

Enfim... colocando agora meus questionamentos e dúvidas de lado, essa semana resolvi desativar meu facebook e deixar de seguir algumas coisas e pessoas no instagram. Foi o jeito mais infantil simples que eu encontrei de parar de ver coisas que me faziam sentir como se estivesse sendo colocada de lado.

Sim, foi uma péssima ideia. Metade dos meus aplicativos é conectado via facebook e isso complicou minha vida. Mas eu tô trabalhando o desapego e procurando alternativas.

A verdade é que, embora eu já não postasse tantas coisas nesses redes sociais, tem um lado meu que precisa se expressar e eu senti falta disso. Por isso o motivo de estar vindo aqui hoje, reativar esse blog.

Na verdade, a grande parte inicial desse texto já tinha sido escrito há mais de um ano. E quando eu reli e vi que os mesmos sentimentos ainda me assombram, entendi que me afastar do que eu julgo me fazer mal foi uma boa escolha.

As angústias eu vou ainda carregando, tentando deixar uma ou outra pelo caminho. Nesses livramentos acabam ficando também pessoas pelo caminho.

É triste, sim. Mas já que é mais difícil parar de se importar com tudo, talvez seja melhor se importar somente com quem se importa com você.

O resto... sei lá, Newton explica...

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Sobre o tempo

Houve um tempo em que se era feliz
Tempo do simples
Tempo da alegria imediata
Tempo que bastava

"Havia um tempo em que eu vivia
Um sentimento quase infantil
Havia o medo e a timidez
Todo um lado que você nunca viu"

Houve um tempo calmo
Tempo que tudo cabia
Tempo que tudo passava rápido demais
Tempo de viver intensamente

"E agora eu ando correndo tanto
Procurando aquele novo lugar
Aquele festa, o que me resta
Encontrar alguém legal pra ficar"

Agora eu vejo, aquele tempo era o fim
Era o começo do meu tempo
Que se perdeu de mim

"Tempo, tempo, tempo, tempo..."

Houve um tempo que era pra viver
Pra se dar
E receber

Houve o tempo de crescer
Absorver
Amadurecer

Mas foi chegada a hora do tempo do hoje
O tempo sem tempo
O tempo do momento curto
Das dores compridas
Dos abraços rasos

Mas foi chegada a hora do tempo do hoje
O tempo em que se foca nas lembranças do ontem
E na esperança do amanhã

Há um tempo em que não se vive no seu tempo

Mas já houve um tempo em que se tinha tempo

E o tempo de hoje? Passa amanhã... virou o tempo de ontem!

"Tempo, tempo, tempo, tempo..."

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Consagração

Vou contar uma historinha longa legal...

Em algum dia do ano 2000 eu conheci a Marcela. E, logo de cara, a gente não se bicou. Não sei se por sermos diferentes demais ou parecidas demais... nunca vou saber.

Só sei que com o tempo, quando terminamos a escola, fomos começando a brigar menos nos entender melhor e a partir daí ficamos amigas. O tempo passou, passamos por muita coisas juntas, muitas brigas, muita saudade, muitas reconciliações... parece que o carinho foi só aumentando com o tempo. Até que lá pelo ano de 2003 ela conheceu o Rafa... e eu morri de ciúme!

O namoro no início foi meio conturbado.. tinham brigas, e eu defendia e me metia e ouvia um lado e ouvia o outro... até que, por fim, eles finalmente começaram a se dar bem e eu finalmente me dei conta de que o Rafa era um amigo com quem eu poderia contar a qualquer momento. Eu aprendi a ter carinho pelo cara que tava ali pra fazer minha amiga-irmã feliz e... ganhei um cunha!

Depois de muitas idas e vindas, uma surpresa... Marcela ficou grávida. Foi inesperado e não planejado... como aquela criatura maluca ia ser mãe de uma criança?

Depois do susto, a surpresa boa. Eu seria a madrinha de consagração do Pedro. E aí começaram as piadas!

"Madrinha de consolação", "Segunda Opção"... etc e tal. Sinceramente? Não me importei. O que me importava é que eu teria mais um laço com meus dois amigos especiais e isso me bastava.

Coincidentemente, muitas coisas ruins aconteceram comigo durante um período e minha mãe me deu o livro "Kairós" do Padre Marcelo pra ler. E uma das passagens que mais me chama atenção é sobre as Bodas de Caná em que há o milagre da água se transformando em vinho. Ali fica claro como a intercessão da Virgem Maria é importante junto a Cristo, pois foi Ela quem pediu ao filho que ajudasse àquelas pessoas, mesmo não sendo a hora d'Ele.

A partir dali comecei a ver a Virgem Maria como uma protetora e procuro sempre rezar e conversar com Ela. E então, aproveitando esse momento, eu parei pra pesquisar o quê de fato significava ser madrinha de consagração de alguém. Se esse título existia na Igreja, não poderia ser algo tão banal como a cultura popular indicava.

E aí eu descobri que "consagrar" significa separar, santificar.

"Quando os católicos utilizam a palavra 'consagrar', mantêm o mesmo sentido: 'separar', 'tornar sagrado', 'tornar santo, porque pertence exclusivamente ao Santo que santifica tudo o que lhe pertence, tudo o que 'toca'.  Dentre as criaturas, Maria foi consagrada, isto é, separada, desde sua concepção, quando, toda de Deus, foi concebida sem o pecado original. O próprio Deus assim a separou, consagrou-a desde sua concepção. Foi separada para Deus durante toda a sua vida, pois, ainda que sujeita aos sofrimentos da humanidade, nunca pecou..."  - Emmir Nogueira

E descobri que a madrinha de consagração é aquela que tem o papel de zelar espiritualmente pela criança. É a pessoas que assume, durante a consagração da criança à Nossa Senhora, rezar por esta criança, estar ao seu lado espiritualmente, ser como Nossa Senhora, uma "mãe" espiritual.

Então me dei conta de tudo o quê havia acontecido comigo: todas as coisas ruins que me fizeram ler o "Kairós", todas as coisas que minha mãe me diziam... parece que tudo foi um jeito de me aproximar da Virgem Maria pra me preparar para aquele momento de consagrar o Pedro.

E finalmente, ontem, foi o Batizado dele. Não dá nem pra explicar o quê eu senti. Uma mistura de felicidade com necessidade de proteger, de estar junto. Uma sensação boa de que vou pra sempre estar ao lado dele. Um medo de ter a responsabilidade de interceder por ele. Muita coisa junta... muita coisa boa junta.

E porquê eu tô falando isso tudo? Por três motivos.

Primeiro pra dizer pra quem não crê ou não entende que não tem problema. Isso só significa que o seu momento, o seu kairós, ainda não chegou. Mas vai chegar, sempre chega.

Segundo pra agradecer. Agradecer aos meus amigos lindos, Ma e Rafa, por terem me dado esse presente, essa responsabilidade. Por terem colocado meu Pedroca na minha vida.

Terceiro pra dizer que ontem eu "assinei a cláusula" em que eu aceito. Aceito a responsabilidade. Aceito ser a pessoa que vai rezar pelo Pedro. Aceito estar ao lado dele sempre que ele precisar. Aceito ser a tia legal. Aceito mimar, brincar, sentar no chão e fazer besteiras. Aceito ser uma madrinha babona...

Talvez esteja escrevendo isso tudo só porque meu lado sentimental tá falando mais alto. Que seja. Só quis deixar registrado tudo o quê eu tô sentindo.

Obrigada de novo, Ma e Rafa. Amo vocês.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Pai

Ei, pai! Tudo bem por aí?

As coisas aqui estão bem, tudo correndo tranquilo! O dia de hoje foi como sempre: seus amigos fazendo bagunça no quintal depois da pelada anual (esse ano teve até camisa com seu nome!) e aquela zona na cozinha!

As rabanadas estão uma coisa de louco. E adivinha só... mamãe acertou o ponto da castanha de primeira esse ano... inédito! Nem precisei sacanear ela... hihihi

Fizemos uma oração por você, sentimos a sua falta!

Hoje completamos 7 anos sem você... é estranho ver o tempo passando tão rápido. Mas é um estranho bom. Parece que todos os problemas e mágoas que tivemos vão ficando esquecidas... e só lembramos das coisas legais e dos momentos bons que tivemos juntos! Dá uma saudade boa, não é mais uma saudade sofrida...

Mas, ainda assim, sinto sua falta quase todo o tempo... ainda mais nos momentos especiais em que eu queria que você estivesse presente.

Esse ano eu casei, você viu? Seu representante na hora de entrar na igreja fez bonito! E depois o Bena fez um vídeo surpresa com sua foto pra todo mundo ver na festa.

Aliás, você viu que eu casei com ele né, pai? Acho que suas caras feias pra ele quando ainda éramos "amigos" faziam sentido... hehehe

Ano que vem eu faço 30 anos, pai! Cruzes, como tô velha... e você faria 77... uhn, véio! Vou fazer uma festa pra comemorar! Queria que você pudesse estar presente...

Queria te agradecer por ter aparecido no meu sonho essa semana... há quanto tempo eu não sonhava com você! E te ver sorrindo foi tão importante pra mim, acordei feliz, sabendo que você está bem esteja onde estiver!

Fica bem aí, pai! E olha pela gente aqui! Sentimos sua falta todos os dias!

Feliz Natal, paizão!

Um beijo.

Livia.

E essa foto... qualquer semelhança talvez não seja mera coincidência... :)

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Impressões de uma noiva

É, casei!

Tô há dias com as impressões pré e pós casamento rondando a minha cabeça... resolvi escrever!

OS PREPARATIVOS
Tudo começou mais de um ano antes e foi uma puta correria. Acho que não importa quando tempo antes você comece a organizar as coisas, sempre vai ter algo a ser resolvido na semana do evento. O quê eu não posso negar é que ter alguém prático pra te ajudar faz toda a diferença. No meu caso, se não fossem minhas fiéis escudeiras (sogra, irmãs e mãe) acho que o casamento não tinha saído.
Obs: sim, existem sogras legais no mundo! rs

A SEMANA DO CASAMENTO
O mundo cai.
Eu sou naturalmente estressada, mas bati todos os recordes! É uma pressão do cacete, medo de faltar comida, faltar cadeira, faltar brinde, ir gente demais, ir gente de menos... tudo é motivo pra uma crise de pânico.

O DIA ANTERIOR
É aquele momento que você liga o "foda-se" porque você se dá conta que se não aconteceu té agora, paciência, não era pra ser.

O DIA
Eu desliguei. Não quis saber de nada...
Fiz um ótimo Dia da Noiva (recomendo muito!) com direito a massagem e banho relaxante. E sim, faz diferença. Estar cercada de profissionais competentes é fundamental nesse momento pra tudo dar certo.

A CERIMÔNIA
É a parte que você ainda tá nervosa mas é o quê você mais absorve. Nossa cerimônia foi linda, o diácono que realizou foi um fofo e disse coisas muito bonitas pra gente. Nossos padrinhos foram pontuais e estavam chiquérrimos!
É muito emocionante!

A FESTA
É tipo... 1, 2, 3, acabou!
Passa num flash, não dá pra absorver nada... eu tenho só uns relances de umas danças, umas fotos... tudo fica um borrão!
Mas acho que deu tudo certo...!

O DIA DEPOIS
Acordar num lugar bonito e tomar um café da manhã legal com seu, agora, marido é muito bom. No nosso caso ainda ganhamos uma ida ao spa do hotel que, segundo o digníssimo, salvou a batata da perna dele que estava doendo horrores.

O PÓS FESTA
Essa é a fase atual. Onze dias depois ainda escuto os comentários, a maioria elogios.
Mas é quando você começa a se dar conta de algumas coisas que devem ser comuns a todas as noivas:
Pessoas vão dizer que vão, não vão aparecer e nem se justificar por isso. Acho feio, mas é minha humilde opinião.
Pessoas vão te pedir convite(s) extra(s).
Você vai ter que ouvir motivos banais das pessoas que não querem ir ao evento.
Algumas pessoas vão se esforçar pra comprar um presente e estar presente naquele dia, e isso eu dei muito valor.
Muita gente vai e não vai falar com você.
A maioria dos seus amigos vão curtir horrores a sua felicidade!
Você vai ver pessoas que nunca viu na vida te desejando felicidades e isso é muito doido e legal! rs
Você só vai saber das confusões que aconteceram dias após a festa.
Você vai perceber que por mais que tudo tenha ido bem aos seus olhos, sempre vai ter alguém falando mal de alguma coisa...
... enfim.

O RESTO DA VIDA
É a parte legal.
Depois da lua de mel começa a vida de verdade. A adaptação na casa nova, as idas ao mercado, lavar roupa, fazer comida... tenho certeza que daqui a um mês eu vou estar de saco cheio dessas coisas, mas por enquanto tá dando uma sensação boa de ser adulta...
É quando você se dá conta que agora você vive mesmo uma vida a dois. Você não é mais peguete, ficante, namorada, noiva... ferrou, eu sou uma esposa de papel assinado e tudo!
Confesso que dá um certo medo se o dinheiro vai dar, se as coisas vão se encaixar, se a rotina não vai bater... mas tô procurando olhar tudo de maneira positiva e feliz.
E, vamos combinar, ter alguém que você ama dividindo tudo isso com você, não dá pra dar errado né...

-- x --

As pessoas que fizeram acontecer!

Dia da Noiva - Sis Medeiros
Hotel - Sheraton Barra
Vestido - Collection Noivas
Sapato - Mega Shoes
Grinalda - Jefferson Viana
Buquê e lapelas - Angela Silveira
Roupa do Noivo - Só a Rigor
Buffet - Bodas de Canah
Cerimonial - Maurício Lopes
Fotografia e filmagem - Jéssica e Vanderson Oliveira, de Par Perfeito Fotografia
Bem casados - Elvira Bona
Finger tree - Casamento.art.br