segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Coisas boas da vida

coca cola geladinha
cheiro de mato
abraço de mãe
dormir abraçadinho
andar descalço
cheiro de chuva
dormir
chocolate
praia de tardinha
pôr do sol
catar tatuí
andar de mãos dadas
cinema com pipoca
compras
ganhar presentes
cheiro de terra molhada
abraços de pessoas queridas
jogar conversa fora
tomar banho de mar
pegar jacaré
água de côco na praia
ler bons livros
ver bons filmes
sonhar com o futuro

e etc e tal

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Suburbanos

É bem verdade que eu gosto muito de morar no subúrbio. A descrição do blog fala que eu moro no subúrbio com orgulho, mas eu nunca tinha falado sobre isso.

Depois que eu entrei pra faculdade, e vi q lá tinha gente de todas as classes e todos os bairros, a comparação entre zona sul e subúrbio começou a crescer dentro de mim. E de primeira eu super rejeitava morar aqui, porque eu achava o máximo a badalação da zona sul.

Mas, com o passar do tempo, eu fui vendo realmente o que me completava e vi que os valores que eu tenho são em sua maioria devidos ao fato de que eu nasci e cresci no subúrbio.

Eu tenho um grupo de amigos muito chegados que chega a quase 20 vinte pessoas. Tem noção do que significa ter 20 amigos chegados nos dias de hoje? Todos moram aqui perto da minha casa e a gente ta sempre dando um jeito de estar junto só pra falar besteira, porque faz bem, sabe?

E sabe os meus amigos da zona sul? É raro você ver um deles que tenha um amigo de infância por lá. Eles não batem na porta do vizinho pra bater papo porque eles nem conhecem o vizinho que mora no apartamento do lado. Gente, fala sério. Eu moro em casa, e em dia de calor, a rua fica o maior bafafá porque vai todo mundo pra rua ficar sentadinho em cadeira de praia batendo papo.

Não to dizendo que sejam só flores. Pelo contrário. Tem tanta gente fofoqueira por aqui que é uoh!! E já passou em Madureira? Eu passo lá todo dia quando to voltando pra casa, e, gente, só tem gente esquisita. Sério mesmo. Dá medo ter que andar em Madureira. Por mais que valha a pena ir lá fazer umas comprinhas... rs

Mas sabe o porque disso tudo? Ontem passou na Globo um especial sobre o Claudinho, o parceiro do Buchecha. Confessa que sendo do subúrbio ou da zona sul você já rebolou ouvindo “Nosso sonho não vai terminaaar...”. E, cara, eu lembrei TANTO da minha adolescência.

Quando eu tinha uns 12 ou 13 anos eu tinha um grupinho de amigos da mesma idade que moravam todos aqui na minha rua. Todo fim de semana era a mesma coisa: a gente sentava na pedrinha perto da casa de uma das meninas e ficava lá fazendo porra nenhuma. Mentira, às vezes a gente ia pra esquina fazer pegação. E tinha que ser depois da esquina pros nossos pais não verem, haha.

E as festinhas americanas? Meninas levavam comida e meninos levavam bebida. Mentira, ninguém levava nada, a gente só fazia festinha pra poder se pegar também. Era uma putaria, sabia? rs

E tinham os carnavais de bate-bola. Aqui na rua tinham duas turmas famosas. E era a maior festa quando eles desfilavam no domingo de carnaval. Eu saí fantasiada de bate-bola uma vez quando eu tinha 14 anos e, sério, foi uma das melhores sensações que eu já tive quando eu ouvi os morteiros estourando e eu saí gritando e correndo que nem uma louca rs.

Bom, aí o tempo foi passando e a gente foi crescendo. Meu pai tinha uma situação legal e eu tive mais oportunidades de estudar em colégios um pouco mais puxados do que a maioria dos meus amiguinhos. E isso acabou afastando um pouco as pessoas.

Quando eu já tava no segundo grau, tinha 16 anos, um dos meninos, o Bruno, foi atingido por uma bala perdida de um cara babaca que tava tendo uma briga num bar. Um ponto negativo do subúrbio. Foi estranho passar por aquilo. Ver que a gente, por mais jovem que fosse, não estava imune a esse tipo de merda. Foi muito ruim ver o Bruno partir. Ele era de longe o mais engraçado de todos nós. E mesmo que quando isso tenha acontecido o grupo já estivesse mais afastado, eu ainda sinto saudade dele. Sinto que ele ainda deveria estar aqui.

Desse pessoal das antigas, os caminhos foram os mais diversos. Algumas engravidaram, outras casaram. Acho que eu fui uma das poucas, senão a única, a ter continuado estudando e ir pra faculdade. Padrões de subúrbio: nem todo mundo tem chances de subir na vida.

Hoje os caminhos são completamente diferentes e eu só vejo muito por acaso esse pessoal. Ainda são queridos, mas o destino separou nossos sonhos e objetivos.

Por sorte eu conheci essa galera atual e, mesmo não tendo sido amigos de infância, só de uns 7 anos pra cá, a intimidade é quase a mesma. E as bobeiras, as brincadeiras, o carinho, essas características ampliadas de quem mora meio mal, são o que me levam pra frente hoje.

Qual o desfecho disso tudo? Não sei. Não sei como vai ser o futuro. Eu vou me formar, criar uma carreira, fazer meu dinheiro. Mas vou te falar... morar longe do subúrbio não sei se to afim não...
;)

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Manoel Carlos to go

Daí que rodando a internet a gente acha muita coisa engraçada. Descobri num blog, o Rabugices, um gerador de novelas do Manoel Carlos. Clica aqui!

Cara, sensacional!

Fui lá fazer minha cena, ficou assim:

Helena, a estúpida - Cena 97

Garota de Ipanema como trilha incidental. Helena e Carla Regina estão sentadas na mesa de uma padaria, o local fica no Lanche do Russão, como a vista denuncia. Um garçom traz dois copos de Pina Colada para as mulheres. Helena sorri agradecida e conversa com Carla Regina .

Helena:

- Perto de toda positividade a onda boa se propaga no ar

Carla Regina:

- É verdade... Não sei porque tem gente que se preocupa com excesso de putaria, com trânsito fudido e com excesso de emocores. O que você falou e beber Pina Colada são muito mais importantes.

Helena:

- E não é? Sabe que isso me lembra aquela viagem que eu fiz para Veneza? Foi quando eu conheci o Eduardo Miguel e resolvi me anular como ser-humano.

Carla Regina:

- Mas você fez a coisa certa! Tem que ser assim mesmo. Casar com um homem rico, abrir uma pousada e não se esquecer de toda semana passar por uma lipoaspiração.

Helena dá uma risada muito fina e discreta. Lá fora Lula aponta um AR-15 para um pedestre. Geral no Lanche do Russão. Sobe Garota de Ipanema.


A-R-R-A-S-E-I !!

domingo, 15 de novembro de 2009

TPM?


"O mau humor pode deixar a inteligência mais afiada. Pelo menos é o que sugere um estudo recente publicado na revista científica Australasian Science. Segundo o pesquisador responsável pelo estudo, o professor Joseph Forgas, a tristeza e o mau humor podem melhorar a capacidade de julgar diferentes fatos e também beneficiam a memória.

O estudo foi baseado em testes que manipulavam o encorajamento dos participantes, usando filmes e lembranças, tanto as positivas quanto as negativas. De acordo com o cientista, o estado de ânimo positivo beneficia a criatividade, a flexibilidade e o senso de cooperação. Já o mau humor deixa a pessoa mais focada e atenciosa, além de facilitar o pensamento prudente, aumentando o processamento de informação no cérebro e também a capacidade de argumentação."

No momento estou calculando meu ciclo menstrual de maneira que minha tpm caia na época de provas.

Next!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Oh crap!

Como se eu já não tivesse que estudar, trabalhar, escrever monografia, ter tempo pro meu namorado, pras minhas amigas e pra minha família... eu me atolo de séries pra acompanhar!

Tá, aí todo mundo pensa... porra, para de assistir, ué! Mas eu não consigooo!! É mais forte que eu!

Patético, eu sei.. rs

Tudo isso pra dizer que além de todas as seis séries que eu acompanho, mais as três que eu tô atrasada, eu arrumei mais uma pra me ocupar! Tem noção de como é difícil conciliar isso tudo? Eu sou uma pessoa enrolada, oras!

Enfim.. a Fox lançou aqui no Brasil semana passada a série Glee. É quase um High School Musical, só que de seriado. E os musicais são menos mongóis.

Cara, viciei total.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Comentários pertinentes

Tô de férias do estágio essa semana.. tirei uns dias pra dar um gás na monografia.

Aí acordei e fui na facul pq tinha uma aula super legal (NOT!) de economia. E tinha que pegar a versão corrigida da mono que eu tinha deixado com a minha orientadora semana passada. Você corrigiu o que eu entreguei? Não? Nem ela.. adoro o descaso que ela faz da minha pessoa..

...

Meanwhile... já que eu tô em casa, a tv fica ligada né. Começou uma nova temporada de Malhação hoje. Cara, eu fico lembrando da minha época, que essa novelinha era legal. Agora é sempre a mesma fórmula. O queridinho das meninas da escola de índole duvidosa se apaixona pela menina coitadinha e pobre e vão ser felizes pra sempre no último capítulo.
O único destaque é o Murilo Couto que é um moleque muito bom do stand-up que, infelizmente, tá tentando chance na Malhação.. eu acho um desperdício um cara que é bom no improviso ficar preso num texto. Vai pro teatro, kct.

Falando em teatro, amanhã devo ir assistir Zenas Emprovisadas, o famosó Z.É. Tá em cartaz no Vivo Rio e eu e uns amigos vamos tentar chegar lá na hora pra comprar os ingressos.

...

Tem um texto do Jon Gordon aqui na reserva. Vou traduzir mais tarde e colocar aqui!

E tô com preguiça de falar mais.. Bjotchau!

;)